sábado, 15 de setembro de 2012

Arte que vem do lixo

Conheça 4 trabalhos de artistas que transformam lixo em arte



A escultura foi feita com colheres e copos de plástico. | Foto: Divulgação

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 A artista reaproveita as fitas de antigas fitas cassetes para criar quadros de ícones da música. | Foto: Divulgação

 O mais impressionante é como ela consegue dar a ideia de movimento. | Foto: Divulgação

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 Prades tanto refaz móveis com restos de madeira | Foto: Divulgação
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 Ann P. Smith aproveita peças de eletrodomésticos e eletrônicos descartados para suas criações. | Foto: Divulgação
 
Transformar lixo em arte tornou-se uma prática comum. Os artistas conseguem dar valor aos materiais descartáveis utilizando desde os objetos mais simples até as esculturas mais incríveis. Conheça quatro exemplos de trabalhos impressionantes.
Sayaka Kajita é uma artista japonesa que consegue fazer esculturas com peças de plástico como colheres e copos. Ao fazer animais com colheres velhas de plástico, por exemplo, o mais impressionante é como ela consegue dar a ideia de movimento e definir tão bem as formas de cada item que monta.
Ann P. Smith é uma norte-americana que aproveita peças de eletrodomésticos e eletrônicos descartados para suas criações. O trabalho da artista consiste em recolher as máquinas sem serventia, desmontá-las para criar as esculturas-robôs. Ela também grava pequenos clipes de stop-motion com as peças. A ideia é dos vídeos é mostrar o ciclo natural dos materiais na terra.
Jaime Prades é um artista brasileiro que encontra nas ruas uma de suas matérias-primas: a madeira. Ele recolhe os restos de madeira, que podem ser de móveis velhos, para construir novas peças. Prades tanto refaz móveis quanto constrói “árvores”, isso gera o ciclo da árvore que se transforma em objeto, posteriormente, é descartado no lixo para depois ser reaproveitado. Este trabalho dele é intitulado “Natureza Humana”.
Erika Iris Simmons reaproveita as fitas de antigas fitas cassetes para criar quadros de ícones da música, como John Lennon e Michael Jackson. Além de aproveitar o material, a ideia da norte-americana é utilizá-las como símbolo do obsoleto para construir a metáfora de como as fitas ajudaram a imortalizar o espírito dos cantores retratados. Com informações do Fala Cultura.

Fonte: Ciclovivo