quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Instituto ACESSO e Loja Maçônica Luíz Crescêncio Pereira



 Instituto ACESSO  &  Loja Maçônica Luiz Crescêncio Pereira firmam importante parceria !



A partir de fevereiro o Projeto Cineclube ACESSO -Um jeito democrático e diferente de ir ao cinema  - estará na comunidade do entorno da AIMA (associação de irmãos maçônicos) , no bairro Vila União , periferia de Fortaleza. O projeto atenderá mensalmente cerca de 80 crianças de baixa renda através da exibição gratuita de filmes, distribuição de lanches e oficinas de arte e será possível graças a esta importante parceria entre as duas instituições!

O projeto ainda contará com a essencial ajuda das Samaritanas, pois é delas a responsabilidade de organizar todas as atividades relacionadas a causas sociais dentro da Maçonaria.




Comprovação de declínio dos corais alarma cientistas

Cientistas estão peocupados com a extinção dos corais e consequentes prejuízos para a vida marinhaFoto: AFP
Os recifes de coral do Caribe estão produzindo menos da metade do ingrediente chave que forma seu esqueleto em comparação com a época pré-industrial, afirmaram cientistas esta terça-feira, descrevendo as descobertas como "extremamente alarmantes". A quantidade de novo carbonato de cálcio adicionado por recifes de coral é pelo menos a metade e, em alguns casos, 70% menor do que era milhares de anos atrás.


Há muito tempo, biólogos fizeram soar o alarme sobre os corais construtores de recifes, dos quais dependem quase meio bilhão de pessoas para viver, seja da pesca ou do turismo.

Pesquisas anteriores haviam estimado que a cobertura coralina está decaindo na proporção de 2% ao ano em regiões do Oceano Índico e do Pacífico. No Caribe, a cobertura encolheu cerca de 80%, em média, desde meados dos anos 1970.

Uma atualização, em junho de 2012, da "lista vermelha" compilada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), demonstrou que 33% dos corais construtores de recifes estão em risco de extinção.

A destruição do hábitat, a poluição e, mais recentemente, o aquecimento global são os fatores responsáveis por este declínio. Mas dados que comparem as tendências atuais com o passado pré-industrial estão incompletos.

O carbonato de cálcio é secretado por pólipos, minúsculos animais que vivem simbioticamente com o coral. Pacientemente acumulada, a substância fornece a estrutura que habilita o coral a crescer verticalmente.

Uma equipe multinacional conduzida pela Universidade de Exeter, no sudoeste da Inglaterra, mediu corais antigos em 19 locais de Bahamas, Belize, Grand Cayman - a maior ilha do arquipélago Cayman - e Bonaire, ilha das Antilhas Holandesas.

Seu estudo, publicado na revista Nature Communications, demonstrou que em águas rasas com cerca de cinco metros de profundidade, as taxas de crescimento de corais hoje estavam entre 60% e 70% mais baixos em comparação com as médias regionais do passado distante.

A queda foi menor, cerca de 25%, em águas mais profundas, com cerca de 10 metros.

Segundo o estudo, muitos corais perderam a capacidade de produzir carbonato o suficiente para crescer verticalmente. Alguns já estão abaixo do limite mínimo em que o carbonato é produzido em quantidade suficiente para manter a estrutura esquelética do coral e, portanto, correm risco de erosão.

As estimativas "são extremamente alarmantes", afirmou Chris Petty, professor da Universidade de Exeter. "Nossas descobertas demonstram claramente que os declínios ecológicos recentes estão suprimindo o crescimento potencial de corais na região e que isto terá implicações maiores em sua capacidade de responder positivamente a futuras elevações do nível do mar", emendou.

Fonte: Terra

Milionário chinês vende ar puro em lata para combater poluição

A poluição na China não acaba e há quem tente ganhar dinheiro com o desespero da população. Ou algo parecido, como já vai perceber. Chen Guangbiao, uma das pessoas mais ricas da China, está a vender “ar fresco em latas de refrigerantes”, avança o Sydney Morning Herald.


As latas custam €0,60 (R$ 1,60) cada e vêm em vários sabores: “Taiwan pós-industrial” ou “Tibete fresco”.

“Todos os dias estamos a inalar fumos nefastos dos carros, por isso estou a vender ar livre de poluição. É um benefício para a vida e longevidade de todos”, explicou Chen à Sina News.

Até seria uma notícia engraçada, não fosse a gravidade da situação. Chen estará a vender estas latas de ar puro desde Setembro de 2012. Na altura, explicou o milionário ao Beijing Youth Daily, o primeiro dia de vendas arrecadou €595 (R$ 1.595).


“Se fizermos um verdadeiro esforço para vender [estes produto], devemos conseguir despachar 100 milhões no primeiro ano”, continuou o empreendedor, sempre citado pela imprensa chinesa.

De acordo com o Sydney Morning Herald, o verdadeiro objectivo do milionário não é ganhar dinheiro, mas sim chamar a atenção para a péssima qualidade do ar chinês. Em 2010, o milionário doou milhões de euros para instituições de solidariedade social, e já explicou que, quando morrer, a sua fortuna será repartida por quem mais precisa.

Fonte: Green Savers

Vale-cultura vai dinamizar a economia das cidades, diz Marta Suplicy

Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A  ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse hoje (29), em  Brasília, durante o  Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que o vale-cultura vai fomentar a economia dos municípios. “Você já imaginou o que serão os trabalhadores de até cinco salários com seu vale-cultura na sua cidade? Ele vai dinamizar a economia, com certeza”, disse a ministra.

Durante o encontro, Marta explicou aos prefeitos de todo o país sobre o funcionamento do vale-cultura e do Sistema Nacional de Cultura.

A ministra se mostrou otimista com o vale-cultura. Com ele, o trabalhador com carteira assinada terá R$ 50 para gastar com programas culturais como shows, cinemas, exposições, teatro, além de poder comprar livros e revistas. Cada beneficiário terá descontado de sua folha salarial R$ 5, ao passo que os demais R$ 45 ficam a cargo do empregador.

Segundo Marta, o vale-cultura funcionará como um vale-refeição. Um cartão magnético no qual será creditado o valor mensal cumulativo. Inicialmente, o benefício será de acesso aos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos, no entanto, a ministra não descartou o acesso a trabalhadores de outras faixas salariais, existindo sucesso na adesão das empresas em um primeiro momento.

Marta Suplicy se valeu de sua experiência na prefeitura de São Paulo para orientar como os prefeitos podem otimizar os benefícios do programa. “A primeira coisa é detectar quais os produtores locais que vocês podem ajudar a se fortalecer para virarem credenciados do vale-cultura. Eles terão uma possibilidade de auferir recursos sem o município dar dinheiro para eles. Será o dinheiro do próprio cidadão que vai ao show”.

A ministra também abordou o Sistema Nacional de Cultura, ainda em fase de ajustes. De acordo com ela, o sistema vai facilitar o acesso dos municípios às verbas destinadas à cultura, uma vez que ficará instituído o repasse do dinheiro. Para aderir ao Sistema Nacional de Cultura, a prefeitura deve assinar um Acordo de Cooperação Federativa com a União, criar um Sistema Municipal de Cultura, por meio de lei própria, um Plano Municipal de Cultura, montar um Conselho de Política Cultural e organizar conferências de Cultura regularmente na cidade.

“O município pode fazer sua adesão, mesmo que não tenha nada ainda pronto. Porque esse sistema está na Casa Civil, com a última regulamentação, que está pra sair. Quando sair, o município estará com a adesão e com todas as providências tomadas”, explicou a ministra. Segundo ela, 1.407 municípios, em sua maioria com mais de 500 mil habitantes, aderiram ao sistema.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Instituto ACESSO ganha selo de compromisso com a transparência


Única instituição Norte-Nordeste com o selo de compromisso com a transparência !


ONG coleta materiais recicláveis em blocos de carnaval do Rio

A Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro (Sebastiana), em parceria com a Globo Rio, realiza pelo quarto ano consecutivo a ação “Carnaval Limpo”, para a coleta de material reciclável durante o carnaval.


O projeto foi ampliado em 2013 e contará com 200 profissionais treinados pela ONG Doe Seu Lixo, entre eles estão: coletores, equipes de triagem, motoristas, líderes de operação, coordenadores e gerência operacional. Todos passaram por um treinamento para preparação do trabalho que teve início no última sábado (26) com o desfile do bloco Imprensa que eu Gamo, em Laranjeiras.


Neste Carnaval, a operação será aperfeiçoada e contará com uma estrutura ainda maior que nas outras edições. Entre as novidades, estão os carrinhos para carregar as bags (bolsas de coleta) durante os trajetos dos blocos, o que facilitará a movimentação dos catadores entre os foliões. Pela primeira vez também serão usadas as “bombonas”, um tipo de latão próprio para armazenamento de vidro, minimizando os riscos de acidentes durante a coleta e transporte do material. Os catadores, ou agentes de coleta, também ganharão uniformes com camisa, bermuda, luva e boné.

Todo o resíduo coletado durante a passagem dos blocos será levado por caminhões para as tendas montadas nas concentrações dos blocos, onde será feita a pré-triagem. Em seguida, o material será transportado por caminhões fechados munidos de sistema de rastreamento (GPS) para a Usina de Triagem e Reciclagem (UTR-RJ) do Instituto Doe Seu Lixo, no bairro do Santo Cristo. De lá, seguirá para venda. Além da geração de renda com a comercialização, os agentes de coleta também receberão diárias remuneradas, auxílio alimentação e transporte.

Relatórios de impacto ambiental
Outra novidade em 2013 é que serão gerados relatórios parciais por blocos, relatórios finais de volume e relatórios de impacto ambiental mitigados com a coleta e destinação adequada dos resíduos, permitindo contabilizar os benefícios ambientais da ação, além de quantificar a neutralização de CO2 durante o processo. A metodologia para geração desses relatórios foi desenvolvida pelo Instituto Doe Seu Lixo em parceria com a COPPE/UFRJ. 


Fórum Econômico Mundial: US$ 5 tri em investimentos devem ser tornar "verdes"

“Os investimentos ‘business-as-usual’ [para manter a situação atual] não levarão a um futuro estável, a menos que atinjam uma meta ambiental e de sustentabilidade.” A frase de Felipe Calderón, ex-presidente do México e presidente da Aliança de Ação para o Crescimento Verde, resume bem o teor do relatório divulgado nesta segunda-feira (21) no Fórum Econômico Mundial (FEM) em Davos.
Segundo o documento, é necessário tornar os US$ 5 trilhões anuais investidos em infraestrutura mais sustentáveis, a fim de estimular um desenvolvimento econômico ‘verde’. Além disso, seria preciso investir US$ 700 bilhões adicionais por ano para combater os efeitos das mudanças climáticas e evitar que o aquecimento global ultrapasse os 2ºC.

De acordo com o relatório, tornar a infraestrutura mais sustentável é incentivar, por exemplo, outras formas de geração de energia, como a solar e a eólica, e promover a eficiência energética em setores como a construção, a geração de energia, a indústria e os transportes. Isso, além de contribuir para um meio ambiente mais limpo, contribuiria também para um crescimento econômico maior e mais igualitário.

“O crescimento econômico e a sustentabilidade são interdependentes, você não pode ter um sem o outro, e tornar os investimentos verdes é um pré-requisito para realizar ambas as metas”, comentou Calderón.

O documento indica que há alguns sinais positivos de mudanças, como o fato de que o investimento mundial em energias renováveis bateu um novo recorde em 2011, chegando a US$ 257 bilhões – uma alta de 17% em relação a 2010 – e que o investimento na mitigação e adaptação das mudanças climáticas chegou a US$ 268 bilhões no setor privado e US$ 96 bilhões no setor público em 2011, uma alta de 93% com relação a 2007.

Em se tratando de iniciativas nacionais, há exemplos como o do próprio ex-presidente mexicano, que durante sua administração aprovou uma legislação ambiciosa sobre mudanças climáticas, incluindo padrões rígidos de eficiência para veículos.

No entanto, o relatório sugere que o que está sendo feito é pouco, e que ainda há muito investimento sendo feito em tecnologias e projetos poluentes e ineficientes. “Ainda há dinheiro do setor privado indo para a destruição climática”, lamentou Jake Schmidt, diretor internacional de políticas climáticas do Conselho Nacional de Defesa dos Recursos de Washington.

“O progresso em investimentos verdes continua a ser ultrapassado por investimentos em infraestruturas intensivas em combustíveis fósseis e ineficientes”, concordou o sumário executivo do relatório, acrescentando que isso pode levar as emissões de gases do efeito estufa a criarem uma temperatura média global pelo menos 4ºC acima dos níveis pré-industriais.

Por isso, o documento recomenda que a solução é os governos reavaliarem a prioridade dos investimentos e criarem políticas de investimentos que apoiem e incentivem projetos verdes. Conforme o texto, tal mudança nos investimentos é acessível, já que os custos adicionais do crescimento verde são insignificantes comparados aos custos da inação, e o investimento não partiria apenas do setor público, mas também do setor privado.

“Para lidar com as mudanças climáticas, todos têm que caminhar na direção certa. E a chave para tudo isso é como você libere grandes fontes de financiamento privado... Fundos soberanos e fundos de pensão têm muito capital. Mobilizá-los seria o Santo Graal”, declarou Schmidt.

O relatório mostra que, se uma pequena parcela dos investimentos vier do setor público, isso estimulará o setor privado a investir uma quantia muito maior. “Há muitos casos de sucesso no qual os governos orientam estrategicamente seus fundos públicos para mobilizar somas significativas de investimento privado para infraestrutura verde. É hora de ampliar essas soluções”, acrescentou Thomas Kerr, diretor de Iniciativas de Mudanças Climáticas do FEM.

Por exemplo, o documento aponta que, se os atuais US$ 90 bilhões em gastos públicos globais contra as mudanças climáticas fossem aumentados em US$ 36 bilhões, chegando a US$ 126 bilhões, eles poderiam levar a um investimento privado de até US$ 570 bilhões anuais.

“Tornar a economia verde é a única forma de acomodar nove bilhões de pessoas até 2050”, observou Kerr. “Realizar tal desenvolvimento inclusivo de uma forma sustentável, no entanto, exige que fiquemos dentro das fronteiras do que nosso planeta pode fornecer de forma segura”, concluiu Calderón.

 Fonte: JMA

Aplicativo para smartphones ajuda a combater o trabalho infantil na Colômbia

Está disponível para iPhone, Android e telefones Blackberry um nov aplicativo criada para combater o trabalho infantil. A aplicação chama-se Yo digo: Aquí Estoy (Eu digo: Estou Aqui), sendo também conhecida como KidRescue. Os cidadãos fazem o download da ferramenta, tiram uma fotografia da criança em situação de exploração e submetem-na, juntamente com a sua localização. A informação recolhida é enviada para o Instituto de Bem-estar Familiar da Colômbia, que a reencaminha depois para assistentes sociais na área que verificam a situação.


Qualquer utilizador pode fazer o download desta aplicação e, por isso, o Instituto já recebeu inúmeras denúncias de trabalho infantil na Ásia e em África. Apesar de ainda só actuar em situações na Colômbia, o sistema monitoriza também as que ocorrem em outros países, na esperança de poder no futuro trabalhar com organizações de protecção de crianças em outros pontos do globo.
Nos países em desenvolvimento, o trabalho infantil é um grande problema. As crianças são impedidas de estudar e colocadas, muitas vezes, em ambientes de trabalho perigosos. Em muitos países, as leis de trabalho infantil existem, mas são difíceis de controlar e de fazer cumprir.

Segundo os censos de 2011 na Colômbia, cerca de 9% das crianças com idades entre os 5 e os 14 anos trabalham e cerca de 1,5 milhões entre os cinco e os 17 anos trabalham mais de 15 horas por semana. Mesmo assim, a situação não é tão grave como em alguns países vizinhos, como a Bolívia, onde se estima que 40% das crianças trabalham, adianta o Mother Nature Network.

Fonte: Green Savers

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


ONGs lançam campanha para proteger direitos da infância no carnaval

Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil
Brasília – As redes nacionais de proteção aos direitos da infância e da adolescência promovem para o Carnaval de 2013 a campanha Brinque o Carnaval sem Brincar com os Direitos das Crianças e dos Adolescentes. O objetivo é proteger os menores contra o trabalho infantil, a violência sexual, o tráfico para fins de exploração, entre outros tipos de violação.

Estão sendo divulgadas ilustrações com imagens de manifestações culturais e de personagens tipicamente brasileiras – como a baiana, o frevo, o palhaço e o boi-bumbá –, que podem ser baixadas pela internet para uso como avatar - imagens usadas no lugar das fotos pessoais em perfis de redes sociais, em blogsou em páginas na internet em geral.

A campanha atende ao Artigo 227 da Constituição Federal, que informa ser dever da família e da sociedade assegurar à criança e ao adolescente, entre outras coisas, o direito à dignidade, a salvo de toda forma de exploração, violência e crueldade.

As denúncias de casos de violação desses direitos podem ser feitas no Disque Denúncia da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), o Disque 100; na própria página do Disque 100 na internet (http://www.disque100.gov.br/); em delegacias das polícias civil e militar, e nos conselhos tutelares.

De acordo com a secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil(FNPeti), Isa de Oliveira, o fórum tem constatado recorrentemente a presença de crianças e adolescentes em eventos comemorativos, como o Carnaval, trabalhando como ambulantes, em quiosques e distribuindo material de divulgação. A Agência Brasil apurou que o comércio é o setor em que há mais focos de trabalho infantil no país.

“Grandes eventos são uma oportunidade para as famílias que trabalham na informalidade, quando, em muitos casos, as crianças acompanham para ajudar. Esse é um momento que favorece e expõe a criança a diversos tipos de situação, o que acaba propiciando a exploração ou a violência”, informou Isa.

Segundo ela, a presença de crianças e adolescentes em lixões e em locais de reciclagem é também intensificada nesses períodos. “Não podemos deixar que a falta de oportunidade e o fato de não ter onde deixar os filhos favoreçam as famílias a colocar os menores nesta situação de vulnerabilidade. É dever do poder público orientar e fiscalizar”, explicou a secretária.

“Quisemos nos unir e chamar a atenção da sociedade para que ela também fosse participante ativa nessa perspectiva do cuidado e da percepção dos direitos da infância. Podemos encarar as festas [de Carnaval] como celebrações, mas sem que se tornem espaços de violação e naturalização de certas condutas”, explicou a coordenadora da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), Perla Ribeiro.

Os estados e os municípios são encorajados pelas redes nacionais a se responsabilizar em distribuir o material informativo da campanha e disponibilizar policiamento nas áreas onde haverá festa de Carnaval.
Fazem parte do trabalho o FNPeti, a Anced, o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, a Rede Ecpat (sigla em inglês para Fim da Prostituição Infantil, da Pornografia Infantil e do Tráfico de Crianças com Finalidades Sexuais) e o Fórum Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA).

A campanha também quer evitar a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos. A iniciativa das redes de proteção ainda está em fase de conclusão. Deverá ser realizada uma reunião em Brasília, até o final de janeiro, para debater as estratégias de divulgação.

 Fonte: Agência Brasil

Exposição apresenta design das periferias do Brasil

Churrasqueiras feitas com calotas de pneus e móveis e brinquedos de sucata são alguns dos objetos que compõem a exposição Design da Periferia, em São Paulo entre 25/01 e 29/07. Com curadoria de Adélia Borges, a mostra ainda conta com vídeos e fotos que retratam o design das periferias do país.


Para mostrar toda a criatividade e beleza que existe por trás das condições precárias de vida da maioria dos brasileiros, a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo inaugura em 25/01, dia do aniversário da capital paulista, a exposição Design da Periferia.
Montada no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, com curadoria da especialista Adélia Borges, a mostra exibe objetos, fotos e vídeos de diferentes comunidades brasileiras que revelam preciosaslições de design. "São peças simples, que resultam de sofisticados raciocínios, mostrando soluções muito engenhosas", explica a curadora. 

A exposição, que fica aberta ao público até 29/07, é dividida em quatro módulos:

  • Rua, que revela os empreendimentos, os vendedores ambulantes, os carroceiros de sucata, os anúncios gráficos e o modo de expor produtos na periferia; 
  • Casa, que destaca as invenções domésticas que, nas camadas populares, confundem-se com a área coletiva; 
  • Corpo, que identifica a expressão do vestir e pentear da população periférica e 
  • Brincadeiras, que traz engenhosas releituras do tradicional universo infantil, como, por exemplo, brinquedos feitos de sucata. 

Grupos escolares, organizações da sociedade civil, associações de moradores e demais interessados em visitas monitoradas podem entrar em contato por e-mail ou pelo telefone (11) 5083-0199. 



EXPOSIÇÃO DESIGN DA PERIFERIA 
Data: 25/01 a 29/07 
Local: Pavilhão das Culturas Brasileiras - Parque Ibirapuera 
Endereço: Rua Pedro Álvares Cabral, s/n, Moema - São Paulo/SP 
Entrada gratuita

Dois terços das grandes empresas adotam medidas verdes

Relatório da WWF aponta que cerca de 60% das mais importantes empresas do mundo já possuem metas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e aumentar o uso de energia renovável em suas atividades

A ONG WWF analisou as 171 maiores empresas do mundo, de acordo com os rankings internacionais Fortune 100 e Global 100, e constatou que cerca de dois terços delas já estão comprometidas com a sustentabilidade. O resultado foi divulgado na publicação Energia Adiante: por que as maiores empresas do mundo estão investindo em energia renovável.


De acordo com o estudo, 102 das companhias

 analisadas possuem metas de redução das emissões 

de gases causadores do efeito estufa. Dessas, cerca 

de 24% ainda possuem planos específicos para 

aumentar o uso de energia renovável em suas 

atividades.

Muito além da preocupação com a sustentabilidade, os empresários estão de olho no bolso. "No caso da matriz energética, por exemplo, eles veem valor em diversificar suas fontes de energia e ter estabilidade no preço pago, já que os combustíveis fósseis sofrem variação de custo muito grande", explica Samantha Smith, diretora do programa Clima & Energia da WWF.

Entre as maiores empresas do mundo que estão comprometidas com a sustentabilidade, citadas pela organização internacional, está a Petrobras, uma das sete companhias que patrocina o movimento Planeta Sustentável. Confira a lista completa na íntegra do estudo Energia Adiante: por que as maiores empresas do mundo estão investindo em energia renovável, em inglês.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


Entenda os símbolos de reciclagem de plástico

Você já reparou nos símbolos de reciclagem de embalagens e produtos plásticos? Eles são identificados com um número e um conjunto de letras que mostram o tipo de plástico utilizado.


Os códigos são úteis para catadores de material reciclável e programas de coleta seletiva, já que auxiliam a separação correta. “O sistema de códigos impulsiona o controle de qualidade na linha de separação de materiais plásticos nos recicladores, assegurando que o plástico reciclado seja o mais homogêneo possível”, diz o estudo Reciclagem de Materiais Plásticos: A Importância da Identificação Correta.

Outra questão passa pela facilidade de reciclar determinados tipos de plástico. “A princípio todos os plásticos podem tecnicamente ser submetidos à reciclagem mecânica, mas os plásticos que de fato são reciclados variam dependendo da área de utilização. Esta “seleção” dos materiais está relacionada com o valor econômico e o volume de material disponível para reciclagem”, explica a pesquisa.

Entenda os números e abreviações:

1. PET – Polietileno Tereftalato
Usado para fabricação de garrafas de refrigerante, garrafinhas de água e óleo e recipientes de produtos como anti-séptico bucal e xampu. Na reciclagem, origina produtos como fibra para carpete, tecidos, vassoura e embalagens de produtos de limpeza.

2. PEAD – Polietileno de Alta Densidade (PEAD)
Usado em garrafas para iogurte, suco, leite, produtos de limpeza, potes para sorvete e frascos em geral. Após reciclado, origina frascos, tubulação de esgoto e conduites.

3. PVC – Policloreto de Vinila
Usado em frascos de produtos de higiene pessoal, brinquedos e embalagens para remédio. Também dá origem a mangueira de jardim, tubulação de esgoto, cones de tráfego e cabos.

4. PEBD – Polietileno de Baixa Densidade
Usado em embalagens para leite, iogurte, saquinhos de supermercado, bolsa para soro medicinal, filmes para fraldas descartáveis, bandejas e recipientes em geral. Gera artigos como sacos para lixo e tubulação para irrigação.

5. PP – Polipropileno
Usado para fabricar copos plásticos, recipientes para alimentos, remédios e produtos químicos, material hospitalar, embalagens industriais, caixas de bebidas, autopeças, potes para margarina, sorvete, tampas e rótulos. Reciclado, gera caixas e cabos para bateria de carro, caixas e bandejas.

6. PS – Poliestireno
Usados em potes e frascos em geral, bandejas de supermercados, geladeiras (parte interna da porta), aparelhos de barbear descartáveis, brinquedos, copos e pratos descartáveis, placas para isolamento térmico e acessórios para escritório.

7. Outros
O símbolo é empregado para produtos plásticos fabricados com policarbonato, ABS, poliamida, acrílicos ou uma combinação de diversas resinas e materiais.

Fontes:
Polímeros: Ciência e Tecnologia, vol.18, nº2
Plastivida
Imagens:
SXC.HU
Ilustração Planeta Sustentável 

Gerar energia solar em casa pode ser um bom negócio

Você já pensou em receber a conta de luz no fim do mês e não ter de pagar nada pela energia usada durante o mês? Melhor: já imaginou ter crédito com as companhias de energia? Pois as medidas adotadas pela Aneel na resolução 482, publicada no ano passado, são um grande passo para que isso aconteça. De acordo com as novas regras, além da regulamentação da produção de energia solar no país, há agora o sistema de compensação de créditos a favor do consumidor, o que viabiliza economicamente os sistemas de energia solar.


"É algo bastante simples. Toda energia gerada durante o dia pelo sistema de eletricidade solar será usada pelos eletrodomésticos e demais equipamentos que estão consumindo energia naquele momento. Mas se houver excedente de energia, esta quantidade será exportada para a rede da distribuidora, que retornará a energia em forma de crédito na conta do consumidor", explica Jonas Gazoli, diretor da empresa Eudora Solar.

O crédito pode ser usado por 36 meses, inclusive em outras instalações do próprio consumidor, sendo usada durante a noite ou em dias de chuva, por exemplo, quando o sistema solar não está produzindo energia na ausência do astro-rei.

"Esse sistema permite que o consumidor tenha contabilizada a geração de energia mesmo quando não estiver usando. Na prática, ele se torna um produtor de energia em alguns momentos do dia, quando o consumo é baixo ou não há consumo", diz Marcelo Gradella Villalva, pesquisador e professor da Unesp.
Como é mais comum as pessoas não estarem em casa durante o dia, o sistema de compensação faz com que, no final do mês, toda a energia produzida seja descontada na conta de luz, resultando em uma economia que pode chegar a 100%.

VÁLIDA PARA TODO MUNDO
A medida é tão favorável que até mesmo universidades estão fazendo uso de eletricidade solar visando a redução nos gastos.
É o caso, por exemplo, da Fumec BH (MG), que agora conta com o sistema implantado pelo engenheiro e professor da instituição Virgilio Medeiros.
"Como sou professor da disciplina energia solar, fiz com que o projeto fotovoltaicotivesse a participação dos alunos e do corpo técnico da escola para desenvolvimento de competências dentro da faculdade", conta.

Mas se você gostou da ideia, não desanime, pois essa também é uma ótima medida para residências. "Já que toda energia gerada pelos painéis solares deixa de ser buscada na concessionária local de energia, o sistema fotovoltaico gera uma economia imediata na conta de energia elétrica", salienta Luis Felipe Lima, proprietário da empresa Minha Casa Solar.

A conclusão é que energia solar, além de limpa por não consumir recursos naturais, é um bom negócio.
"Nossa tarifa de energia é cara e os reajustes são anuais por causa da inflação. Apesar de o governo estar tentando baixá-las, ela vai continuar custando caro. Assim, quando você instala um sistema solar fotovoltaico, na verdade está comprando antecipadamente a energia elétrica que vai consumir durante os próximos 30 anos", afirma Marcelo Villalva, da Unesp. 


Uma ponte feita de contentores marítimos (com FOTOS)

É uma ideia simples e criativa. O estúdio de design israelita Yoav Messer Architects desenvolveu uma ponte com contentores marítimos usados, um projecto de reutilização que pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e, simultaneamente, redução dos resíduos.


Os arquitectos dizem que esta reutilização é “um trabalho rápido e fácil, que pode ser feito fora do local e depois lá colocado, minimizando a invasão da construção”.

De acordo com o Designboom, é preciso integrar uma nova armação de aço com as caixas de metal, sendo esta a estrutura primária da ponte.








Denominado ECOntainer, o projecto vai ser construído em breve no Parque Ariel Sharon, uma reserva natural baseada na ideia de uma ecologia ambiental e sustentabilidade.

O tabuleiro estará preparado para um percurso pedonal e tráfego de veículos ligeiros. Veja algumas imagens do projecto.

Fonte: Green Savers