domingo, 12 de maio de 2013

sábado, 4 de maio de 2013


        Biblioteca Comunitária Ler para Valer!

Nossa biblioteca comunitária funciona de 2ª à 6ª feira das 8:00 às 11:30 horas e das 13:00 às 17:00 horas . Temos um acervo com mais de 2000 títulos entre infantis, enciclopédias, romances, religiosos e muito mais, incluindo a seção em braille.
Em breve disponibilizaremos a lista dos títulos disponíveis para empréstimos e consultas.

Livros recebidos em abril:

Paulina e o Ipê-amarelo                                                                                                                             Autor: MODERNELL, Álvaro                                                                                                                Literatura infantil-educação financeira
O Tesouro do Vovô                                                                                                                                     Autor: MODERNELL, Álvaro e SISTEL                                                                                                 Literatura infantil- educação financeira e previdenciária
O pé de meia  mágico                                                                                                                                 Autor: MODERNELL,Álvaro                                                                                                                  Literatura infantil – educação financeira
Zequinha e a porquinha Poupança                                                                                                         Autor: MODERNELL,Álvaro                                                                                                                  Literatura infantil – educação financeira
Ressaltamos que todos os livros foram doados através da Campanha Nacional pela Democratização da Educação Financeira Infantil , realizada pela Maias Ativos Educação Financeira

sexta-feira, 12 de abril de 2013


São Paulo: restaurantes e bares dão brindes aos ciclistas

Um conjunto de restaurantes e bares em São Paulo, no Brasil, está empenhado em encorajar os comportamentos éticos e saudáveis junto dos seus clientes. É por isso que agora recompensa aqueles que se deslocam de bicicleta na cidade – os ciclistas que pararem nos estabelecimentos têm direito a brindes que vão desde descontos a refeições gratuitas.


Quem pedala costuma sempre perder alguma coisa, nem que seja gordura e stress. Mas quem pedala em São Paulo agora também pode ganhar – uma salada grátis, por exemplo. Alguns estabelecimentos da cidade estão a oferecer brindes e descontos a quem chega de bicicleta.

O bairro de Pinheiros, na zona oeste da cidade, concentra a maior parte dos estabelecimentos que oferecem estes mimos aos ciclistas. Desde sumos a refeições, várias são as recompensas para quem é amigo do ambiente.

Os cafés e restaurantes incluídos na iniciativa garantem ainda espaço para o estacionamento dos veículos. Os “paraciclos”, instalados no exterior, são as estruturas de metal que servem para parar as bicicletas. Cada um custa cerca de €136 (R$ 350), sendo que são pagos pelos donos dos estabelecimentos. Os mecanismos são instalados por uma empresa especializada em criar serviços para ciclistas, a Ciclomídia.

“Muitos comerciantes ainda não perceberam que os ciclistas são bons consumidores. Fazer estas promoções, além de oferecer um lugar para deixar a bicicleta, ajuda a cativá-los”, explica o empresário Eduardo Grigoletto, dono da marca.

O restaurante Le Repas, por exemplo, oferece uma salada de folhas frescas e torradas a cada ciclista que ali faça a sua pausa, tanto ao almoço como ao jantar, a qualquer dia da semana. Já o Chácara Santa Cecília oferece um “suco” de 330 ml. A Central das Artesgarante 10% de desconto a todos os ciclistas.

Outros estabelecimentos que aderiram à iniciativa são a Doceria Bolo à Toa e o Bar Pirajá, onde se pode receber uma garrafa de água ou um sumo de forma gratuita.

Karen Ferrari, 34 anos, é uma das clientes beneficiárias desta iniciativa cada vez que se desloca de bicicleta. “Já tinha visto isto em Paris e Amesterdã”, diz ela. Renata Barros, 34 anos, também aderiu à ideia: “Só à noite é que venho de carro, porque é mais seguro”.

Apesar de a grande prioridade numa cidade ser garantir vias adequadas para a deslocação dos ciclistas, esta medida ajuda a incentivar o uso e respeito pela bicicleta e a consequente diminuição das emissões de carbono.

App indica restaurantes que combatem fome infantil

Divulgação/Cren
O movimento Satisfeito, promovido pelo Instituto Alana, acaba de ganharum aplicativo para iPhone, iPad e iPode Touch que indica quais são os restaurantes que participam da iniciativa.


Lançada em 2012, a ação propõe que os restaurantes diminuam as porções de comida de alguns pratos do seu cardápio, mas sem reduzir o preço. Os clientes que querem contribuir para o combate à fome infantil optam por esses pratos e o dinheiro que os estabelecimentos lucram com a escolha dos consumidores é enviado a organizações que alimentam crianças ao redor do mundo. (Saiba mais em:Satisfeito: vá a restaurantes e ajude a combater a fome)

Com o aplicativo Satisfeito, as pessoas podem localizar os restaurantes que já aderiram ao projeto, por meio de sua localização geográfica, especialidade culinária ou, ainda, faixa de preço das refeições.

Disponível nos idiomas português, inglês e espanhol, o app ainda permite que o usuário ligue para o restaurante escolhido para fazer reserva, convide os amigos para a refeição, via Facebook, e acione o Google Maps para saber como chegar ao estabelecimento.

O aplicativo Satisfeito já pode ser baixado, gratuitamente, na App Store. No site Satisfeito.com, os internautas também encontram a lista dos restaurantes de São Paulo que participam do projeto. A longo prazo, o Instituto Alana pretende expandir a iniciativa para outros Estados do Brasil.

quinta-feira, 11 de abril de 2013


Índice mede acessibilidade dos aeroportos brasileiros

O maior valor encontrado foi de 0,63 (em uma escala de zero a um), no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. | Foto: Infraero
Na escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, pesquisa da engenheira Ligia Gesteira Coelho elaborou um índice de acessibilidade de aeroportos brasileiros com o objetivo de apontar os aspectos a serem melhorados em cada um deles. O maior valor encontrado foi de 0,63 (em uma escala de zero a um), no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Já os aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, apresentaram valores muito próximos e obtiveram os piores resultados dentre os seis aeroportos analisados, 0,469 e 0,472, respectivamente. Segundo a pesquisadora, o resultado evidencia o despreparo dos aeroportos e a necessidade de melhorias para receber os passageiros.


Com o título “Um índice de acessibilidade de aeroportos que incorpora usuários com diferentes restrições de mobilidade”, o estudo foi aplicado em seis aeroportos onde o movimento de passageiros é expressivo: Congonhas, Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, no Rio de Janeiro, Galeão e Santos Dumont, e em Brasília, Juscelino Kubitschek. Orientado pelo professor Antônio Nélson Rodrigues da Silva, do Departamento de Engenharia de Transportes da EESC, o estudo apresenta não apenas estratégias de diagnóstico, mas sugere também caminhos para ações preventivas e corretivas.

Para o levantamento foram considerados vários grupos de usuários: deficientes visuais, cadeirantes, estrangeiros, gestantes, idosos e passageiros com e sem bagagens. Os indicadores de acessibilidade foram avaliados por intermédio depesquisas e levantamentos de campo e receberam notas de acordo com o seu desempenho.  “A comparação entre os indicadores analisados de cada aeroporto pode servir como um guia para melhorar as condições desses e de outros aeroportos, pois ainda há uma grande precariedade neles”, diz Lígia.

O método para a criação do índice foi desenvolvido em três etapas. Inicialmente a engenheira fez um levantamento do “estado da arte”, por meio do qual, uma série de indicadores foi listada, como por exemplo, o tempo para chegar ao aeroporto, custo, quantidade de vagas no estacionamento, sinalização, atendimentos, entre outros. Os indicadores surgiram por uma identificação de problemas que os passageiros com diferentesperfis podem enfrentar ao acessar o aeroporto e foram classificados em seis grandes grupos: táxi, carona, automóvel próprio, aluguel de automóvel, ônibus regional e ônibus especial.

Após o levantamento, os indicadores foram avaliados por intermédio de pesquisas e levantamentos de campo nos aeroportos estudados, e receberam notas de acordo com seu desempenho. Então, os indicadores foram ponderados e a nota final da acessibilidade dos aeroportos foi calculada. Os resultados obtidos para o Índice de Acessibilidade classificam-se entre os valores zero (0,00) e um (1,00). Os valores próximos a “zero” indicam um desempenho ruim do aeroporto em relação à acessibilidade do usuário. Já os valores próximos a “um” mostram que o aeroporto apresenta boas condições para receber os diversos perfis de usuários considerados.

Resultados
Os valores globais do índice para os seis aeroportos estudados, obtidos pelo processo de cálculo dos indicadores, apresentaram resultados com uma amplitude de 0,16 (variação de 0,47 até 0,63) na escala de avaliação do índice, que tem amplitude total de 1,00. Apesar deste máximo, o aeroporto Santos Dumont foi o que obteve a maior pontuação, com valor de 0,63. Segundo a pesquisadora esse valor mostra que vários aspectos ainda podem ser melhorados para se obter uma melhor pontuação e, consequentemente, melhores resultados em termos de acessibilidade ao aeroporto.

Os aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Juscelino Kubitscheck, em Brasília, apresentaram valores muito próximos e obtiveram os piores resultados dentre os seis aeroportos analisados, ambos com aproximadamente 0,47. Além do resultado global, o estudo apresentou um resultado por tipos de usuários, também avaliado em uma escala de 0,00 a 1,00. Para os passageiros com e sem bagagem os índices encontrados são praticamente os mesmos. Para eles, o aeroporto de Guarulhos apresentou, em ambos os casos, os piores resultados, com valores de 0,40. No outro extremo, os aeroportos Santos Dumont e Viracopos apresentaram os maiores valores, com resultados muito próximos.

Segundo a engenheira, o Índice de Acessibilidade mostra que os aeroportos estudados estão pouco preparados para receber passageiros com deficiência visual. O aeroporto que obteve a maior pontuação para esse tipo de usuário foi o de Congonhas, com um valor próximo a 0,60. Os aeroportos de Galeão, Viracopos e Brasília obtiveram os menores valores, sendo o último o menos pontuado. Esses mesmos aeroportos também não se mostraram preparados para receber passageiros idosos, diferentemente dos aeroportos de Congonhas, Santos Dumont e Viracopos, que apresentaram valores substancialmente maiores que os anteriores para esse público.

No conjunto dos aeroportos estudados, o de Congonhas se destaca para usuários idosos, cadeirantes e com deficiência visual. Este é que se mostra mais preparado para receber esses perfis de passageiros. Para estrangeiros que chegam ao País, o aeroporto Santos Dumont é o que tem as melhores condições para atendê-los e apresenta uma nota bastante superior aos demais. Já o de Guarulhos é o que apresenta a menor nota, um pouco acima de 0,40, para esse tipo de usuário. Segundo Lígia, o baixo valor obtido pelo aeroporto de Guarulhos pode ser um problema, pois esse aeroporto é uma das principais portas de entrada para estrangeiros e deveria estar muito bem preparado para recebê-los. Os demais aeroportos apresentam notas semelhantes, que se situam entre 0,50 e 0,60.

A realização de grandes eventos esportivos no Brasil nos próximos anos, como as Olimpíadas e a Copa do Mundo, terão influência direta no funcionamento do transporte do País começando pelo sistema aeroviário para a condução de equipes e turistas. Para o orientador, é evidente que o estudo não se propõe esgotar o assunto. “A pesquisa já apresenta uma contribuição concreta para o seu uso, através de um diagnóstico comparativo das condições de acessibilidade de seis importantes aeroportos brasileiros para os grupos de usuários mencionados”, afirma Rodrigues da Silva.

Por Nathalia Nicola - Engenharia de São Carlos da USP
Fonte: CicloVivo

Comer peixe pode aumentar expectativa de vida

Foto: Nicole Barea/Flickr
Pessoas que possuem o hábito de comer peixes tendem a viver mais. Esta é a comprovação apresentada em um estudo feito por cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard e publicado na última segunda-feira (1).


Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram durante 16 anos pessoas com hábitos alimentares diferentes e com mais de 65 anos. Ao todo, a amostra contempla 2.700 adultos norte-americanos. Parte deles consumida com periodicidade frutos do mar, enquanto a outra parte não tinha contato alguns com este tipo de alimento.

As análises mostraram que, pessoas com altos níveis de ácidos-graxos ômega 3 tinham tendência 27% menor de morrer por qualquer causa natural, enquanto a chance de morrerem em consequência de ataque cardíaco chega a ser 35% menor que o de pessoas com menos substâncias deste tipo no sangue.

Os ácidos-graxos ômega 3 estão mais presentes em peixes como: salmão, atum, halibute, sardinha, arenque e cavala. As pessoas que incluíram essas opções na dieta ao menos duas vezes na semana chegaram a viver 2,2 anos a mais que o restante dos participantes.

“Nossas descobertas sustentam a importância de níveis sanguíneos adequados de ômega 3 para a saúde cardiovascular e sugerem que mais tarda na vida estes benefícios podem, na verdade, prolongar os anos restantes”, informou Dariush Mozaffarian, principal autor do estudo, em declaração à agência AFP.
Existem alguns cuidados específicos que auxiliam a escolha do melhor peixe. Clique aqui e saiba como escolher peixes frescos. Com informações da AFP.
Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 10 de abril de 2013


Brinquedos sustentáveis para ensinar educação ambiental

Duas amigas – uma brasileira e uma chilena – começaram a perceber a infinidade de brinquedos que poderiam criar usando o lixo que encontravam em São Paulo. A inquietação deu vida ao TooDo Eco, uma startup que desenvolve uma metodologia de educação ambiental na qual as crianças montam brinquedos feitos com materiais reaproveitáveis para estimular aspectos como hábitos sustentáveis, curiosidade, trabalho em equipe, aprendizagem na prática. Tudo de forma multidisciplinar, passando por conteúdos que vão desde a origem dos materiais, noções básicas sobre movimento até geometria. 

Depois de realizar algumas oficinas em colégios do Chile e São Paulo, agora as amigas querem expandir a iniciativa. Para isso, desenvolveram o projeto piloto Mãos Criativas, Cabeça Inteligente, que pretende adotar a metodologia com alunos do 4o, 5o e 6o ano do ensino fundamental de três escolas públicas da capital. A iniciativa, inclusive, está inscrita na plataforma de financiamento coletivo Catarse.


“Estamos levando a metodologia para escolas democráticas, já que nelas as crianças têm autonomia e compartilham processos de aprendizado por meio de projetos baseados em forma multidisciplinar”, afirma a chilena Daniela del Campo Munnich, cofundadora da TooDo Eco, que é também uma das oito selecionadas dentre mais de 70 inscritos para fazer um pitch e apresentar seus negócios durante a sessão Debate entre Empreendedores, Investidores e Especialistas no Transformar 2013 (veja a lista das vencedoras). O evento, realizado pelo Inspirare e Porvir, em parceria com a Fundação Lemann, acontece no dia 4 de abril em São Paulo, e pretende oferecer novas referências e apoiar a sociedade brasileira a continuar avançando no esforço de trazer a educação do país para o século 21.

crédito Diana Helena Lavander
Nessas escolas, Daniela – ao lado da cofundadora e artista plástica paulista Naná Lavander – se junta aos professores para ensinar os alunos a construir os brinquedos – feitos de garrafas PET, tampinhas, CDs, papéis, papelão, palitos de dente, tubos de caneta, entre outros – e trabalhar conteúdos como a geração de lixo, força centrífuga, geometria, a história da roda, entre outros. Duas das três escolas já foram escolhidas para realizar o projeto, que vai durar quatro meses: o Projeto Âncora, em Cotia, e a escola municipal Amorim Lima, no Butantã, zona oeste de SP. A terceira ainda está sendo selecionada.

De acordo com Daniela, essa metodologia permite que crianças realizem pesquisas, uma vez que ao longo do processo de criação dos brinquedos se deparem, naturalmente, com dúvidas e perguntas, como ‘Por que as pessoas vomitam enquanto giram?`. Essa inquietação, por exemplo, poderia surgir depois da fabricação do brinquedo Chap-Mex – que se assemelha a um chapéu mexicano e ao brinquedo “guarda-chuva”, dos parques de diversões, que gira cadeiras em círculos.

Álbum de figurinhas
Depois da experiência nas escolas, por meio dos roteiros, personagens, histórias e conteúdos, o intuito ainda é que as fundadoras da startup, alunos e professores criem um “álbum de figurinhas” – uma espécie de cartilha dividida em quatro capítulos, com temas sobre lixo e reciclagem. Nele, conterão conteúdos relacionados à origem dos materiais, montagem dos brinquedos e noções básicas sobre movimento, além de ilustrações, perguntas e manuais de instruções. Também serão criados vídeos tutoriais, kits de brinquedos e, em conjunto com os educadores, um guia virtual como apoio para que outros professores possam replicar a metodologia em suas escolas.

Diana Helena Lavander
Já em uma segunda fase do projeto, as amigas pretendem inclusive integrar a rede de economia solidária crescente no Brasil, criando ateliês dentro das cooperativas de catadores de SP e de outras cidades. A ideia é que esses empreendedores montem os brinquedos para distribuir nas escolas e comércios da região. Hoje, os brinquedos criados por elas estão em 13 lojas de brinquedos educativos da capital. “Nosso objetivo é   que em cada coleta dos materiais seja realizada uma microrrevolução, desde campanhas com os vizinhos e amigos até botecos e associações de catadores”, afirma Daniela que espera arrecadar R$ 30 mil, necessários para expandir o projeto nas escolas paulistas.
Fonte: porvir

Migração de caranguejos vermelhos é das mais espectaculares do mundo

Designado como uma das migrações mais impressionantes do planeta, o êxodo de caranguejos vermelhos na Ilha Christmas, na Austrália, é um fenómeno que continua a surpreender.


Integrando uma recente lista da CNN Travel das “10 mais espectaculares migrações selvagens”, a viagem anual dos caranguejos está a tornar-se popular na internet, com muitos internautas curiosos a procurarem informações sobre estes crustáceos e a sua jornada para o mar.








O fenómeno envolve a deslocação de milhões de caranguejos de cores vivas a abandonarem as suas casas em terra e a libertarem os seus ovos no mar. “Esta migração sincronizada assemelha-se a um rio carmesim ondulante em toda a ilha e pode durar até 18 dias”, escreve a CNN.

A migração começa geralmente no início da estação chuvosa, em Outubro ou Novembro. No entanto, as condições climatéricas adversas podem levar a um atraso no êxodo dos animais.

Como o vídeo criado pelos Parques da Austrália mostra, a migração do caranguejo vermelho é um evento gigantesco para os habitantes da ilha. Todos os anos, as autoridades e pessoas interessadas fazem grandes esforços para preparar o território para a jornada dos crustáceos, tentando que os animais cheguem ao seu destino sem sofrer qualquer dano.

Ainda assim, um número crescente de caranguejos está a morrer durante a migração anual. Além de haver um maior risco de desidratação dos animais quando são obrigados a cruzar áreas sem cobertura florestal, milhares são esmagados por veículos ao cruzar as estradas.

 Ainda assim, têm sido implementadas medidas de conservação para ajudar a reduzir o elevado número de mortes.
Fonte: Green Savers

terça-feira, 9 de abril de 2013


"Escola mais verde do mundo" chama atenção em ilha da Indonésia

Visitantes do mundo inteiro querem conhecer a Green School, na ilha de Bali, na Indonésia, conhecida como a escola mais verde do mundo. Educadores e pesquisadores se interessam não só pela impressionante e belíssima estrutura, feita quase totalmente de bambu, mas pela metodologia da escola internacional, que oferece uma formação baseada na visão holística, no aluno e na consciência ambiental.

Cerca de 15 mil pessoas de diversos países já visitaram a escola desde a sua inauguração, em 2008, para conhecer o projeto. O bambu, abundante na ilha da Indonésia, é o principal material usado na construção dos prédios da escola, em formato de espiral. As classes não têm paredes (inclusive externas), as carteiras não são quadradas e até mesmo o quadro negro é feito de bambu.













Oitenta por cento da eletricidade utilizada pela escola vêm de painéis solares, os banheiros são de compostagem e todo o lixo é reciclado ou composto. Hortas orgânicas e criações de animais permeiam o campus e a comida servida vem da produção própria ou de agricultores locais. "A Green School ainda não é 100% sustentável, mas estamos fazendo o nosso melhor em todos os sentidos", diz Ben Macrory, responsável pela Comunicação da instituição, em entrevista ao Porvir.





A escola procura integrar os conteúdos acadêmicos tradicionais com a aprendizagem ambiental e experiencial, baseada em práticas sustentáveis e centrada no aprendizado individual do aluno. No ano passado, os estudantes do ensino fundamental I aprenderam sobre o ciclo do arroz na cultura balinesa. Pouco antes do fim de semestre, todas as classes plantaram campos de arroz na escola. Este ano, eles irão colher e comer o alimento. "Em todas as aulas há habilidades essenciais e conteúdos cobertos. A diferença é que, sempre que possível, damos às crianças a oportunidade de aprender em seu próprio ritmo", afirma Ben.


  • Somente em 2012, a Green School recebeu 6.000 visitantes. Entre eles, está Eduardo Shimahara, do blog
     Educ-ação, projeto parceiro do Porvir que pretende visitar 12 escolas inspiradoras em todo o mundo e relatar a experiência em um livro. Eduardo ficou impressionado com a convivência "pacífica da estrutura com a liberdade". "Ouvi o coordenador pedagógico dizendo que os professores têm um cardápio de temas para escolher, ao mesmo tempo em que têm liberdade por criar seu próprio tema. Os alunos contam, com visível orgulho da escola onde estão, que a professora de "green studies" (literalmente "estudos verdes") não gosta de avaliações, então ela não trabalha com nenhum tipo de teste", relata.


A diversidade é outro ponto importante da escola. Por ser internacional, a Green School atrai alunos de diversas nacionalidades. "Nós temos um grupo central de expatriados e famílias locais da Indonésia e Bali. Gosto de pensar que receber um monte de novas famílias a cada ano significa que nós sempre temos um monte de energia nova, novas ideias, inspiração. É uma comunidade muito especial", define Ben.

A Green School foi criada pelo canadense John Hardy, morador de Bali desde 1975. Após assistir o documentário "Uma Verdade Inconveniente", do norte-americano e ex-candidato à Presidência dos Estados Unidos, Al Gore, que mostra as urgências ambientais decorrentes do aquecimento global, John viu sua vida "arruinada" – no melhor sentido. Alguma coisa deveria ser feita. E sua mudança começou localmente, pela educação. "Temos que ensinar as crianças que o mundo não é destrutível", disse John em uma palestra.
Fonte: UOL

Muito legal! WWF “desmata” campo de futebol durante partida da seleção Brasileira

A cada quatro minutos, uma área equivalente a um campo de futebol é desmatada no Brasil. Esse número alarmante foi a base para uma criativa ação da organização ambiental WWF, que chamou atenção de quem assistia o jogo da seleção brasileira.


Para mostrar como é rápido o aumento do desmatamento no país, a cor do gramado foi mudando, gradativamente, durante uma transmissão ao vivo do jogo Brasil e Dinamarca, pelo Torneio de Futebol Feminino, exibido na Band em dezembro do ano passado.

É comum ocorrerem ações publicitárias nos jogos, em especial, durante os intervalos. No entanto, dificilmente, elas tratam de questões de cunho social ou ambiental.  A iniciativa da WWF foi realmente inusitada.

No jogo em questão, a seleção brasileira empatou com a Dinamarca em 2x2 e foi tricampeã do Torneio Cidade de São Paulo, pelo critério de desempate. No fim da partida, foi exibida a mensagem: "A cada 4 minutos, um campo de futebol é desmatado no Brasil. Entre no site e sabia como ajudar". Os acessos aumentaram em 73% após o jogo e, para a WWF, isso significa que as pessoas estão mais cientes do problema do desmatamento.

Desenvolvida pela agência Grey Brasil, a campanha foi noticiada no site Brainstorm9, um veículo que trata, sobretudo, de trabalhos criativos. Muitos internautas questionaram se, de fato, houve a intervenção publicitária durante a transmissão do jogo. Porém, a própria agência divulgou um vídeo da campanha.

Confira abaixo como foi a ação: 

Fonte: CicloVivo

7 perigos que estão destruindo os oceanos

Os oceanos estão entre os nossos mais preciosos recursos para a vida, mas são constantemente fustigados como se a sua importância fosse pouca. Como se os pudéssemos tratar de qualquer maneira – e depois esperar que daí não advenham consequências. A verdade é que os oceanos estão a atravessar problemas graves, a maioria deles causados pelo Homem. Seguem-se alguns deles.
1.Pesca excessiva destrói a vida dos oceanos
A pesca excessiva não só acelera o extermínio da espécie apanhada, como todos os outros animais marinhos que dependem dela para sobreviver. Tem ficado demonstrado que a pesca em excesso pode levar animais a morrer de fome, uma vez que lhes estamos a retirar o alimento numa proporção tão grande que não dá hipótese de salvação. Estima-se já que a maioria dos mares precise de proibições a longo prazo de pesca, de modo a que certas espécies possam recuperar.
Além disso, certos métodos de pesca – como a de arrastão – destrói habitats e mata animais que não são depois aproveitados para consumo ou nenhum outro fim.

2.Desaparecimento dos principais predadores
A pesca excessiva afecta também os tubarões. Dezenas de milhões são mortos a cada ano, principalmente pelas suas barbatanas. É uma prática comum – e macabra – caçar os tubarões, cortar-lhes as barbatanas e lançá-los de volta ao mar, onde são deixados a morrer.
As taxas de reprodução destes predadores são lentas, pelo que os números de mortes dificilmente conseguem ser revertidos. Além disso, este animal ajuda a regular as populações de outras espécies. Quando um predador importante desaparece do ciclo, é normal que as espécies mais abaixo na cadeia alimentar comecem a superpovoar o seu habitat, criando uma espiral destrutiva no ecossistema. Os tubarões são fundamentais para que haja equilíbrio.

3.Acidificação dos oceanos
O mar absorve CO2 através de processos naturais mas, ao ritmo a que o estamos a emitir para a atmosfera, através da combustão de combustíveis fósseis, o equilíbrio de pH do oceano está a cair para um ponto que as formas de vida marinhas não conseguem suportar.
A actual acidificação oceânica é a mais rápida alguma vez vista na história da Terra – temos de retroceder 35 milhões de anos para encontrar valores equivalentes. Isto significa que muitas espécies vão desaparecer, desde crustáceos a corais e peixes que dependem deles.

4.Morte dos recifes de coral
Manter os recifes de coral saudáveis é o grande desafio que se segue, já que eles apoiam uma enorme quantidade de vida marinha que, por sua vez, suporta outras e até os humanos – não apenas por necessidades alimentares mas também economicamente.
O aquecimento global é a principal causa do branqueamento de corais, mas há também outros motivos. Descobrir formas de proteger este sistema valioso é uma necessidade para a saúde geral dos oceanos.

5.Zonas oceânicas mortas estão a crescer
As zonas mortas são regiões do oceano que não suportam vida, devido à falta de oxigénio. O aquecimento global é o principal suspeito por detrás das mudanças no comportamento do oceano que geram estas zonas. O número de zonas mortas está a crescer a um ritmo alarmante, com mais de 400 já conhecidas, sendo que se espera que este número aumente. Reduzir ou eliminar o uso de fertilizantes e pesticidas que acabam no oceano também ajuda a evitar este fenómeno.

6.Poluição de mercúrio vindo do carvão
Um dos poluentes mais assustadores do mar é o mercúrio, porque ele acaba na nossa mesa de jantar – e prevê-se que os níveis de mercúrio nos oceanos aumentem. Ele deriva principalmente das fábricas movidas a carvão. O mercúrio é absorvido por organismos da parte mais inferior da cadeia alimentar e, uma vez que os peixes maiores comem os mais pequenos, o mercúrio viaja no ciclo natural até chegar a nós, principalmente na forma de atum.

7.Plástico
Olhando para os mares, não há escapatória no que diz respeito a lixo humano, especialmente lixo que não tem a capacidade de se decompor, como o plástico. Esta é uma enorme causa de mortes junto dos animais e cabe a cada um de nós contrariá-la.
Foto: Sob licença Creative Commons
Fonte: Green Savers